terça-feira, 6 de abril de 2010

Ranking do IDH


País Dados Mudanças

de 2007 comparadas

ao ano de 2006

1 Noruega 0,971 ▲ +0,001

2 Austrália 0,970 ▲ +0,002

3 Islândia 0,969 ▲ +0,002

4 Canadá 0,966 ▲ +0,001

5 Irlanda 0,965 ▲ +0,001

6 Países Baixos 0,964 ▲ +0,003

7 Suécia 0,963 ▲ +0,002

8 França 0,961 ▲ +0,003

9 Suíça 0,960 ▲ +0,001

10 Japão 0,960 ▲ +0,002

11 Luxemburgo 0,960 ▲ +0,001

12 Finlândia 0,959 ▲ +0,004

13 Estados Unidos 0,956 ▲ +0,001

14 Áustria 0,955 ▲ +0,003

15 Espanha 0,955 ▲ +0,003

16 Dinamarca 0,955 ▲ +0,002

17 Bélgica 0,953 ▲ +0,002

18 Itália 0,951 ▲ +0,001

19 Liechtenstein 0,951 ▲ +0,001

20 Nova Zelândia 0,950 ▲ +0,002

21 Reino Unido 0,947 ▲ +0,002

22 Alemanha 0,947 ▲ +0,002

23 Singapura 0,944 ▲ +0,002

24 Hong Kong 0,944 ▲ +0,001

25 Grécia 0,942 ▲ +0,004

26 Coreia do Sul 0,937 ▲ +0,004

27 Israel 0,935 ▲ +0,003

28 Andorra 0,934 ▲ +0,001

29 Eslovênia 0,929 ▲ +0,005

30 Brunei 0,920 ▲ +0,001

44 Chile 0,878 ▲+0,004

75 Brasil 0,813 ▲+0,006

O Chile ocupa a 44ª colocação do ranking mundial,4º das Américas e 1º na América do Sul,já o Brasil ocupa à 75ª Colocação Geral e 18º nas Américas.







































Chile. Onde o céu é mais azul

A Economia do Chile é destacada na América Latina, sendo o país que mais cresceu economicamente nos últimos anos. Em 2005 o país cresceu 6,3% em relação a 2004, fechando com superávit comercial de 10 bilhões de dólares. A divida externa do Chile é de 25 bilhões de dólares, ou seja, apenas 14% do PIB, que é de cerca de US$ 181 bilhões.
Tem como destaque sua orientação à exportação. A estrutura exportadora está composta por 45% de produtos industriais, 45% de produção mineral e 10% de produtos agrícolas. Dentro dos produtos industriais destaca-se a exportação de celulose, metanol, produtos químicos e insumos agrícolas. A indústria florestal, do salmão e do vinho - de reconhecido prestígio internacional - adquiriram importância na última década. Os produtos minerais mais importantes são as semi-manufaturas de cobre, mineral do qual o Chile é grande dependente. Na agricultura destaca-se a exportação de frutas e hortaliças.

O Chile vem praticando uma política de redução de tarifas e eliminação de barreiras comerciais. No entanto, carece de diversificação de produtos e por isso se concentra no cobre. O Chile tem tratados de livre-comércio com os Estados Unidos e a União Européia, China, Índia e o Japão.
Cabe destacar que a produção industrial chilena engloba todos os ramos produtivos (alimentar, siderúrgica, máquinário). Ainda que o Chile tenha reduzido sua dependência das exportações de cobre de 60% (durante a década dos setenta) a 35% em 2004, ainda é um nível muito alto, e grande parte do crescimento chileno está relacionado com os altos preços deste e outros minerais. Porém, ainda não conseguiu um elevado nível de produção industrial com alto valor agregado. Chile foi o primeiro país da América Latina (junto com a Argentina) onde iniciou-se a industrialização em meados do século XIX. Durante o período entre-guerras, esse setor recebeu grande impulso pelas políticas de fomento industrial da Industrialização por Substituição de Importações.

O caráter exportador do país o levou a fixar acordos comerciais com vários países do globo, entre eles a Comunidade Andina e Mercosul (Acordo de Complementação Econômica), Nafta (Tratado de Livre Comércio), União Européia (Acordo de Associação Econômica), entre outros.
A economia do Chile passou nos últimos decênios de uma economia monoexportadora de produtos primários a um país semi-industrial, fruto de um crescimento econômico contínuo a um ritmo de 7% nos anos 90, com uma sólida base institucional e uma forte coesão parlamentar em torno da direção da política econômica.

O Chile, pioneiro na liberalização econômica e impulsor do neoliberalismo, no ramo dos mercados livres é uma das economias mais globalizadas e competitivas do planeta. Os defensores do neoliberalismo apelidaram esse período de "milagre chileno". Mas as estatísticas frias mostram números pouco milagrosos: durante o regime Pinochet, entre 1974 e 1987, o PNB per capita do Chile caiu 6,4% em dólares constantes, caindo de US$ 3.600 em 1973 para 3.170 em 1993 (dólares constantes). Apenas cinco países da América Latina tiveram, em termos de PNB per capita, um desempenho pior que o do Chile durante a era Pinochet (1974-1989)
Em 2005 o PIB cresceu 6,3% a produção industrial mais de 7% e as exportações quase 50%. A taxa de abertura superou 70%. As contas públicas tiveram um superávit primário de 4%. O desemprego manteve-se alto - 8,1% - e a inflação manteve-se baixa - 3,7%.

Apesar de ostentar alguns bons indicadores econômicos, quando medidos exclusivamente pelo PIB (e consequentemente os indicadores de renda per capita, que não é nada mais que o PIB dividido aritmeticamente pelo número de habitantes), a economia chilena apresenta um grande defeito: a desigualdade na distribuição de renda entre a população, o que gera uma grande diferença social entre ricos e pobres. Segundo informe de desenvolvimento humano da Banco Mundial em 2005, apesar de estar colocado em 37º lugar no IDH, o Chile encontrava-se em 80º lugar da lista de países por desigualdade de renda - sendo o 4º pior colocado na América Latina (atrás de Brasil, Paraguai, e Colombia) e tendo, nesse quesito, um desempenho pior que alguns países africanos muito mais pobres, como Zambia, Nigéria e Malawi, o que revela uma significativa distorção da economia chilena que ainda não foi superada.
O Coeficiente de Gini do Chile em 2005 (57,1%) é pior que o de há uma década (56,4%). Em 2005 os 10% mais pobres receberam 1,2% do PNB (2000 = 1,4%) enquanto os 10% mais ricos controlaram 47% do PIB (2000 = 46%).
O sistema tributário chileno tem um viés que privilegia os impostos indiretos (ou regressivos), com uma baixa estrutura de tributação, beneficiando os empresários e a população que está nas faixas de renda mais altas em detrimento dos de menor poder aquisitivo. Os impostos representam apenas 17% do PIB chileno.

SOBRE O CHILE

Capital Santiago
Cidade mais populosa Santiago
Língua oficial Espanhol
Governo República Presidencialista
Presidente Sebastián Piñera
Independência Da Espanha
Iniciada 18 de Setembro de 1810
Formalmente declarada 12 de Fevereiro de 1818
Área
Total 756.950 km² (37º)
Água (%) 1,07
População
Estimativa de 2007 16.598.074 hab. (60º)
Densidade 21,31 hab./km² (153º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
Total US$160,7 bilhões USD (44º)
Per capita US$9.697 USD (45º)
Indicadores sociais
Gini (2003) 54.9 – alto
IDH (2007) 0,874 (40º) – elevado

Espectativa de vida 78,6 anos (35º)
Mortalidade infantil 7,2/mil nasc. (153º)
Alfabetização 95,7% (65º)
Moeda Peso Chileno ([[ISO 4217|]])
Fuso horário (UTC−4)

O que é o Índice de Desenvolvimento Humano?

A CONSTRUÇÃO DO IDH

O indicador de desenvolvimento humano é calculado e publicado anualmente desde 1990 pelas Nações Unidas.

Na sua concepção de desenvolvimento se enriquece a abordagem meramente econômica de (calculada* em consumo), acrescentando na escala de medidas três capacidades essenciais dos países: a oferta de condição de saúde, de conhecimento e de renda.

Cada uma dessas dimensões do IDH é medida e avaliada por indicadores elementares.

* Esperança de vida ao nascer (saúde).

* Taxa de escolarização e de analfabetismo (conhecimento).

* Renda per capta (medida em paridade com o poder de compra).

Combinados, os 3 indicadores formam o IDH.

Se obtém resultados 0 (zero) e 1 (um) de modo que valores mais próximos de 1 indiquem melhores condições de vida e desenvolvimentos piores são indicados por valor próximos de 0 (zero).

Para tanto, escolher-se o pior e os melhores valores possíveis e obtém o índice aplicando a fórmula:

Índice = Valor observado para o indicador - pior valor

_____________________________________

Melhor valor - pior valor

* Países com IDH até 0,499 > baixo

* Países com IDH entre 0,5 e 0,799 > médio

* Países com IDH maior que 0,800 > alto